Você sabia que 81% das empresas usam o e-mail em suas campanhas de marketing?

Pois é: o e-mail é um canal direto e aberto para falar com clientes, apresentar novos produtos e serviços, explicar suas vantagens e oferecer promoções ou descontos, além de enviar e-mails de follow-up (e vale entender também o que é aquecimento de e-mail, que com certeza importa).

Mas as mensagens de campanhas de marketing inbound muitas vezes acabam na pasta de lixo eletrônico, e o cliente nunca descobre que o seu produto ou a sua oferta existe. Por quê?

Segundo a Statista, “o phishing foi a principal causa de 85% dos ataques cibernéticos em 2022”. Por isso, os protocolos de autenticação de e-mail ficam mais rígidos a cada dia, com todas as restrições que os grandes provedores de e-mail (ESPs) integraram às suas soluções.

Neste guia, explicamos tudo o que você precisa saber sobre as verificações de SPF, DKIM e DMARC e por que você deve implementá-las para que seus e-mails cheguem à caixa de entrada dos seus potenciais clientes. Se a sua dúvida é o que é SPF, DKIM e DMARC e como isso afeta a entregabilidade de e-mail, as respostas estão aqui, passo a passo.

Vamos lá!

O que é SPF, DKIM e DMARC?

Segundo uma pesquisa da Statista, 6 em cada 10 e-mails que funcionários recebem no mundo têm o objetivo de roubar suas credenciais.

O phishing é um ataque cibernético em que um agente mal-intencionado envia um e-mail se passando por uma fonte confiável, como um cliente, um colega de equipe ou uma empresa, para obter acesso a dados confidenciais: informações pessoais, dados bancários, senhas ou credenciais de contas.

Mas como evitar o phishing?

Para proteger informações confidenciais contra fraudes, você deve implementar protocolos de autenticação de e-mail capazes de detectar se um e-mail é falsificado (spoofing), se foi enviado por alguém mal-intencionado ou se a mensagem original foi alterada.

Os três métodos de autenticação mais usados são:

  • Sender Policy Framework (SPF) → verifica se determinado servidor de e-mail tem permissão para enviar mensagens em nome de um domínio.
  • DomainKeys Identified Mail (DKIM) → detecta se o endereço do remetente é falso ou se a mensagem foi alterada no trajeto até a caixa de entrada.
  • Domain-based Message Authentication, Reporting & Conformance (DMARC) → um padrão técnico de autenticação de envio que define como tratar os e-mails de um domínio.

O que esses três protocolos têm em comum? Ao implementá-los no seu servidor, você aumenta a entregabilidade dos seus e-mails, ou seja, a probabilidade de os seus potenciais leads verem e abrirem a nova oferta que você está lançando no mercado.

Vamos ver mais sobre autenticação e validação de e-mail e sobre como chegar à caixa de entrada! Mas, antes de mergulhar no assunto…

O que é autenticação de e-mail?

A autenticação de e-mail é a verificação ou validação da confiabilidade do remetente e da legitimidade da mensagem.

Em palavras mais simples, esse método confirma que você, o remetente, é quem diz ser e que enviou aquela mensagem para aquele endereço de e-mail específico.

Esse processo de verificação permite que os provedores de e-mail confirmem a origem de uma mensagem, ou seja, se ela vem de uma fonte confiável ou se foi alterada por spammers ou golpistas que se passam por você para obter dados pessoais ou bancários dos destinatários.

Você pode estar se perguntando: esse método já não vem incluído no envio de um e-mail?

A resposta é um grande NÃO.

O Simple Mail Transfer Protocol (ou SMTP) não inclui métodos de verificação e autenticação de mensagens na configuração padrão. Por isso, você precisa incorporar essas medidas extras separadamente, principalmente se quer usar o e-mail nas suas campanhas de marketing digital.

Por quê?

A autenticação de e-mail melhora a entregabilidade das suas mensagens, já que os provedores passam a ter certeza de que você é um remetente confiável e de que quem está entrando em contato é você, e não um tal de “P3dro do P4yP4l” pedindo com urgência para atualizar os dados do cartão, senão a conta será excluída.

Por que a autenticação de e-mail é importante?

A implementação de protocolos de autenticação permite que os provedores de e-mail reforcem seus métodos antiphishing. Com eles, os provedores detectam em segundos que o seu endereço e as suas mensagens são legítimos, protegendo os destinatários de criminosos virtuais.

Foi sempre assim?

Nos primeiros anos de popularização do e-mail, os provedores consideravam quase todos os remetentes fontes confiáveis, e não havia necessidade de incorporar processos de autenticação.

Assim, criminosos virtuais aproveitaram essas falhas do sistema para surpreender e explorar facilmente os destinatários, levando-os a fornecer informações pessoais, como senhas, números de conta e de cartão, e, em alguns casos, até a baixar vírus, malware, spyware ou ransomware.

Também era fácil para spammers enviar e-mails se passando por profissionais de marketing de marcas como a sua, afetando a segurança da empresa, dos clientes e do público em potencial.

Segundo a Forbes, existem 4,48 bilhões de usuários de e-mail no mundo. Verificar cada endereço e cada mensagem enviada por ele é uma tarefa ingrata, um pesadelo! Por isso, os métodos de verificação são indispensáveis:

  • Os provedores recebem um sinal de que você cumpre padrões de segurança adequados.
  • Seus e-mails são marcados como legítimos.
  • Você protege a reputação do seu domínio.
  • Seus e-mails chegam aos destinatários.
  • Você protege a sua marca.

Agora que sabemos por que isso importa, vamos à pergunta central: o que é SPF, DKIM e DMARC, na prática?

Quais são os tipos de autenticação de e-mail?

Existem três padrões de autenticação que os servidores levam em conta para comprovar a legitimidade e a boa reputação do remetente. A seguir, explicamos cada um e como funcionam.

Pegue um café, sente-se e não se esqueça de fazer anotações! Vamos começar pelo DKIM.

O que é DKIM e como funciona?

O DomainKeys Identified Mail, ou DKIM, é um padrão de autenticação de e-mail que usa uma assinatura digital para mostrar ao destinatário que a mensagem foi autorizada pelo dono do domínio.

Em palavras mais simples, o processo consiste em anexar a sua assinatura aos e-mails para que os servidores possam verificar a legitimidade e a integridade da mensagem.

Como é essa assinatura? É uma assinatura criptográfica, uma espécie de mensagem cifrada que vai no cabeçalho do e-mail para confirmar que ele é autêntico e que continua intacto durante o envio.

Vamos ver passo a passo como funciona.

Se você é dono do domínio, precisa gerar um par de chaves: uma chave pública, publicada no seu sistema de nomes de domínio (DNS), e uma chave privada, conhecida apenas pelo seu provedor de envio de e-mail (ESP).

A cada envio, o ESP usa a chave privada para gerar um hash de assinatura, que aparece no cabeçalho do e-mail.

O destinatário usa a chave pública disponível no registro DKIM do seu DNS para decifrar o hash de assinatura e autenticar a mensagem.

A principal vantagem desse método é que ele cria uma camada de segurança contra ataques diretos de phishing, que usam o seu nome ou o nome da sua marca para enviar e-mails maliciosos. Esses ataques podem afetar a sua reputação e os seus clientes.

Embora a assinatura DKIM seja um processo de autenticação, sozinha ela pode não bastar. Você provavelmente vai precisar de camadas extras de segurança, que explicamos a seguir.

Continue lendo para conhecer o SPF!

O que é SPF e como funciona?

O Sender Policy Framework (SPF) é um registro de DNS. Ele consiste em um registro TXT que contém a lista completa de endereços IP ou servidores autorizados a enviar e-mails a partir de um domínio específico.

Como o SPF funciona?

Com o método de autenticação SPF, toda vez que você envia um e-mail, o servidor que recebe a mensagem a processa rapidamente, confirmando que o seu domínio autorizou aquele endereço IP a enviá-la.

O servidor de destino faz uma consulta DNS no endereço de retorno (return path) para a autenticação. Ao encontrar um registro SPF para aquele domínio, ele percorre a lista de endereços autorizados em busca de uma correspondência.

Se houver correspondência, o SPF é positivo e a mensagem chega à caixa de entrada. Mas, se o IP não estiver na lista, aparece uma “SoftFail”. Mesmo que o e-mail seja entregue, ele vem acompanhado da indicação “SPF check failed” e pode ser marcado como spam.

Para ilustrar melhor, veja como fica um registro SPF que inclui nomes de domínio:

  • include:_spf.google.com

Ele também pode incluir listas de endereços IP, por exemplo:

  • ip4:192.153.106.0/16
  • ip4:192.124.109.0/20

Sim, é simples assim (ou não, dependendo do quanto você se aprofunda nos detalhes técnicos). O último da lista é o DMARC. Vamos falar dele.

O que é DMARC e como funciona?

O Domain-based Message Authentication, Reporting & Conformance (DMARC) não é um método de autenticação propriamente dito, mas acrescenta mais uma camada de segurança aos métodos SPF e DKIM.

O DMARC permite configurar uma política para as verificações de SPF e DKIM que falharem e gerar relatórios sobre o desempenho dos seus e-mails. Essas políticas previnem o phishing ao impedir que spammers ou terceiros mal-intencionados usem o seu domínio para enviar e-mails não autorizados.

A implementação é essencial, porque os métodos de spam e phishing estão cada vez mais sofisticados. Um criminoso pode falsificar o endereço do remetente para fazer parecer que a mensagem vem de um usuário do seu domínio. Um exemplo são as mensagens que se passam por bancos, operadoras de cartão de crédito ou carteiras digitais pedindo com urgência dados da conta.

Vamos ver como o DMARC funciona!

O dono do domínio cria e configura as políticas DMARC no DNS. Essas políticas trazem orientações sobre como ele espera que os destinatários tratem suas mensagens, considerando os resultados dos padrões SPF e DKIM.

As políticas DMARC se aplicam a todos os e-mails em que aquele domínio aparece no cabeçalho (From:).

Para obter a aprovação no DMARC, os padrões DKIM e SPF precisam ser aprovados e estar alinhados com as políticas do domínio.

Se as ideias ainda não ficaram claras, explicamos a seguir as diferenças entre as verificações de SPF, DMARC e DKIM!

Qual a diferença entre DKIM, SPF e DMARC?

Embora pareça que as verificações de SPF, DMARC e DKIM são parecidas, elas têm diferenças claras. Para ilustrá-las melhor, definimos três pontos de comparação: o objetivo de cada uma, como funcionam e o que protegem.

Vamos lá!

Protocolo Objetivo Como funciona Segurança
DKIM Prevenir o phishing verificando a identidade do remetente. Cada e-mail inclui uma assinatura digital no cabeçalho, feita com um par de chaves privada e pública (a pública fica no registro DNS). Protege o endereço de e-mail contra falsificação e a mensagem contra alterações.
SPF Verificar se o remetente está autorizado. Mantém um registro DNS público com os IPs e domínios autorizados. Evita a falsificação (spoofing) ou a alteração do endereço de e-mail do remetente.
DMARC Definir como tratar os e-mails depois das verificações de SPF e DKIM. Especifica no DNS como os servidores devem tratar os e-mails que falham nas verificações de SPF ou DKIM. Garante que tanto o endereço de e-mail quanto a mensagem continuem intactos no trajeto.

Pronto, já sabemos a diferença. Mas dá para ir mais fundo: vamos ver onde esses registros ficam armazenados.

Onde ficam os registros SPF, DKIM e DMARC?

As informações usadas pelo SPF, pelo DKIM e pelo DMARC ficam no DNS do seu domínio. O DNS funciona como uma lista telefônica da internet: transforma nomes de domínio em endereços IP e permite que os servidores de e-mail verifiquem a autenticidade das mensagens.

O registro SPF tem papel central ao listar todos os servidores autorizados a enviar e-mails em nome do seu domínio. Armazenado em formato TXT na configuração de DNS do domínio, ele não é apenas importante: é indispensável para a autenticação de e-mail. Se um servidor não estiver nessa lista, os e-mails enviados por ele podem ser considerados não confiáveis, o que mostra o peso desse registro.

O registro DKIM, assim como o SPF, é armazenado em formato TXT. Ele contém uma chave pública que permite confirmar que os e-mails não foram alterados no trajeto, garantindo a integridade e a autenticidade das mensagens do remetente.

Quando um e-mail é enviado, ele é assinado digitalmente com uma chave privada. Ao chegar ao servidor do destinatário, este usa a chave pública publicada no DNS para verificar se a mensagem não foi modificada.

O registro DMARC, também armazenado em formato TXT no DNS, traz as orientações sobre como tratar os e-mails que não passam nas verificações de SPF ou DKIM. Como dono do domínio, você decide que ações tomar e se um e-mail que não passa na autenticação deve ser rejeitado ou colocado em quarentena, o que dá a você controle total sobre a segurança dos seus e-mails.

Já sabemos onde. Mas e como? Calma, estamos a um passo da resposta. Continue lendo!

Como configurar SPF, DKIM e DMARC

Criar esses três registros pode parecer coisa de técnico, mas não se preocupe: vamos destrinchar tudo, passo a passo. Eles são fundamentais para manter seus e-mails longe da pasta de spam e garantir que cheguem à caixa de entrada dos destinatários.

Se você pesquisou como configurar SPF, DKIM e DMARC, siga esta ordem: primeiro o SPF, depois o DKIM e, por fim, o DMARC, que depende dos outros dois.

Começamos pelo SPF, a base da autenticação de e-mail.

Como configurar o registro SPF

Estes são os passos para configurá-lo no seu domínio, de modo que seus e-mails saiam de fontes autorizadas e seus destinatários possam confiar na origem deles.

  1. Identifique as fontes de envio → antes de criar o registro, liste todos os endereços IP e domínios autorizados a enviar e-mails em nome do seu domínio, incluindo seus próprios servidores e os serviços de terceiros (como plataformas de marketing).
  2. Crie o registro SPF → entre no painel de gerenciamento de DNS e crie um novo registro TXT. O formato costuma ser este: v=spf1 ip4:xxx.xxx.xxx.xxx include:xxxxxx.com ~all. Se você usa um serviço de e-mail marketing, acrescente o valor include: indicado por esse serviço. Para a empresa.com.br, que envia pelo Google Workspace e por um servidor próprio, o registro ficaria assim: v=spf1 ip4:203.0.113.10 include:_spf.google.com ~all.
  3. Publique o registro → cole o código completo do SPF no campo de valor do registro TXT e salve. Lembre-se de que as alterações de DNS podem levar de algumas horas até 48 horas para se propagar.
  4. Teste a configuração → depois de publicar, confirme que tudo está correto para que seus e-mails não sejam marcados como spam. Para isso, use ferramentas de validação online, como o SPF Record Checker, da EasyDMARC, e o SPF Check Tool, do DmarcDkim.com. Outra opção é enviar um e-mail de teste para um endereço externo e conferir, nos cabeçalhos, a linha Received-SPF:, que indica se a verificação foi bem-sucedida.

Com o SPF configurado, vamos ao DKIM. Pode parecer complicado, mas configurar a sua assinatura de e-mail é mais fácil do que parece.

Como configurar o registro DKIM

Veja como configurar o DKIM no seu domínio para garantir a autenticidade dos seus e-mails:

  1. Gere as chaves DKIM → primeiro, use o seu provedor de envio de e-mail (ESP) para criar um par de chaves pública e privada. A chave privada fica no servidor e é usada para assinar os e-mails enviados; a chave pública é publicada no seu DNS.
  2. Adicione o registro DKIM ao DNS → com a chave pública em mãos, adicione-a à configuração de DNS. Para isso, entre no painel de controle do seu registrador de domínio (como o Registro.br) ou do seu provedor de DNS e crie um novo registro TXT na seção de gerenciamento de DNS. O nome do registro deve seguir o formato seletor._domainkey.empresa.com.br, em que “seletor” é o identificador único fornecido pelo seu ESP.
  3. Publique o registro → cole a chave pública gerada no campo de valor do registro TXT e salve as alterações. As mudanças de DNS podem levar até 48 horas para valer, então tenha paciência.
  4. Verifique a configuração → depois de publicar, é essencial verificar se a assinatura DKIM foi configurada corretamente. Para isso, envie um e-mail para um endereço externo, como uma conta do Gmail. Ao recebê-lo, confira os cabeçalhos da mensagem e procure uma linha com DKIM=pass, que confirma que a assinatura foi aplicada.

Por fim, chegamos ao DMARC! Com o SPF e o DKIM no lugar, o DMARC amarra tudo. Vamos terminar com essa última configuração.

Como configurar o registro DMARC

Sem um registro DMARC, você corre o risco de não conseguir monitorar nem controlar os e-mails enviados em nome do seu domínio. Isso pode abrir brechas de segurança e prejudicar a reputação do domínio.

  • Crie o registro → primeiro, entre no painel de controle do seu registrador de domínio ou provedor de DNS e crie um novo registro TXT na seção de gerenciamento de DNS. O formato do DMARC costuma ser assim: v=DMARC1; p=none; rua=mailto:[email protected]; pct=100.
  • v=DMARC1: define a versão do DMARC.
  • p=none: indica a política para mensagens que falham nas verificações; depois, você pode optar por quarentena ou rejeição.
  • rua=mailto:[email protected]: especifica o endereço de e-mail que vai receber os relatórios sobre a atividade do DMARC.
  • pct=100: define a porcentagem de mensagens às quais a política se aplica (100% vale para todas).
  • Publique o registro → cole a string completa do DMARC no campo de valor do registro TXT e salve as alterações. Assim como nos registros anteriores, as mudanças podem levar até 48 horas.
  • Analise os relatórios → use o endereço informado no campo rua para receber relatórios que detalham as falhas de autenticação. Com essas informações, você descobre quem está enviando e-mails em nome do seu domínio e se essas mensagens passam nas verificações de SPF e DKIM.
  • Ajuste a política DMARC → quando estiver satisfeito com os resultados dos relatórios, considere mudar a política de p=none para p=quarantine ou p=reject para as mensagens que não passam nas verificações.

Agora que você já configurou SPF, DKIM e DMARC, o próximo passo é garantir que tudo esteja funcionando. Não basta configurar e esquecer: você precisa verificar e monitorar esses registros para ter certeza de que estão cumprindo seu papel.

Vamos ver como acompanhar tudo e manter uma entregabilidade de primeira!

Como verificar se um e-mail passou no SPF, DKIM e DMARC?

Para verificar se um e-mail passou nas autenticações SPF, DKIM e DMARC, siga um processo específico, que começa pela visualização dos cabeçalhos do e-mail.

O primeiro passo é abrir o e-mail e acessar os cabeçalhos, que trazem informações cruciais sobre como a mensagem foi tratada. A maioria dos clientes de e-mail facilita isso, embora o caminho mude um pouco de uma plataforma para outra.

No Gmail, por exemplo, você abre o menu de mais opções da mensagem (os três pontos) e escolhe “Mostrar original”. O Outlook e o Apple Mail também oferecem formas rápidas de exibir esses dados.

Depois de acessar os cabeçalhos, o próximo passo é procurar o status do SPF. Localize a linha que começa com “Received-SPF”. Ela informa se a verificação de SPF foi bem-sucedida ou não, e por quê.

Se o registro SPF estiver configurado corretamente, o código vai ser algo como “Received-SPF: Pass”, confirmando que o e-mail passou nessa verificação.

Depois do SPF, é hora de conferir o status do DKIM. Procure a assinatura DKIM no cabeçalho, incluída no campo “Authentication-Results”. Esse campo indica se a verificação DKIM foi bem-sucedida, com um “Pass”, ou se falhou, o que significa que a assinatura DKIM era inválida.

Em seguida, confira o status do DMARC, que também aparece na seção “Authentication-Results”. O DMARC resume os resultados das verificações de SPF e DKIM e traz um resultado final no formato “dmarc=pass” quando há conformidade com a política.

Se o DMARC falhar, é sinal de que o e-mail não cumpriu os requisitos definidos no registro DMARC do domínio.

Para uma análise mais eficiente e detalhada, você também pode usar ferramentas online como o mail-tester ou o MXToolbox. Elas agilizam a leitura dos cabeçalhos, trazem relatórios completos sobre o desempenho do seu e-mail e ajudam a identificar problemas com SPF, DKIM ou DMARC. Essa checagem é uma das etapas de um teste de spam de e-mail completo, que também avalia o conteúdo da mensagem.

Seguindo esse processo, você não só protege suas comunicações como também garante que seus e-mails passem nessas verificações de autenticação críticas, protegendo você de possíveis fraudes e fazendo suas mensagens chegarem ao destino com segurança.

Como melhorar a entregabilidade com uma plataforma de vendas

Uma plataforma de engajamento de vendas com IA pode otimizar bastante a entregabilidade dos seus e-mails e, com isso, melhorar seus resultados de vendas. Veja como aproveitar os recursos dela para maximizar a eficácia das suas comunicações:

Acerte a autenticação de e-mail

Garanta que seus registros DKIM, SPF e DMARC estejam configurados corretamente para que seus e-mails não sejam marcados como spam.

A plataforma orienta você sobre como adicionar esses registros ao DNS, o que torna a configuração de SPF e DKIM muito mais simples. Ela também ajuda a configurar o DMARC para proteger o seu domínio, com relatórios sobre qualquer tentativa de falsificação para você ficar por dentro.

Personalize como um profissional

Com os recursos multicanal da plataforma (e-mail, LinkedIn e até WhatsApp e SMS), você pode aumentar bastante suas taxas de abertura e de resposta. Personalizar o conteúdo para o seu público faz toda a diferença.

Com ferramentas como a personalização por spintax, você adiciona facilmente detalhes específicos de cada destinatário, como o nome, deixando seus e-mails mais envolventes e com menos chance de cair no spam.

Acompanhe o que importa

Quer saber quais e-mails estão performando bem? As análises integradas da plataforma mostram exatamente quais mensagens estão sendo abertas, para que você ajuste a estratégia e melhore os resultados.

Você terá todos os dados de que precisa para aprimorar cada campanha.

Limpe sua lista de contatos

Manter a lista de contatos limpa é essencial para uma boa entregabilidade em times de vendas. A plataforma ajuda a gerenciar seus contatos, removendo endereços inativos ou incorretos e segmentando a lista para mensagens mais direcionadas. Antes de importar uma lista nova, vale saber também como verificar se um e-mail é válido.

Assim, você só envia conteúdo relevante, o que leva a taxas de resposta melhores.

Use IA para uma prospecção inteligente

O agente SDR de IA da plataforma automatiza a qualificação de leads e as respostas, mantendo sua prospecção relevante e eficaz.

Isso ajuda a melhorar a entregabilidade de e-mail e a construir conexões com o seu público, sem todo aquele trabalho manual.

Usando todos os recursos da plataforma, você não só melhora suas campanhas de e-mail como também fortalece o relacionamento com prospects e clientes, tudo isso enquanto alcança melhores resultados de vendas!

Conclusão

Dominar a autenticação de e-mail com protocolos como SPF, DKIM e DMARC é crucial para proteger a reputação dos seus e-mails e garantir que suas mensagens cheguem às caixas de entrada certas.

Esses mecanismos de segurança são sua primeira linha de defesa contra fraudes e podem ajudar a melhorar os resultados do seu engajamento de vendas.

Uma estratégia sólida de otimização de e-mail ajuda você a chegar à caixa de entrada dos destinatários, construir relacionamentos significativos com seus leads e fechar mais negócios. Uma plataforma de engajamento de vendas reúne as melhores práticas e ferramentas para aumentar o sucesso das suas comunicações por e-mail. Para ver o que se encaixa na sua operação, compare os planos e preços da plataforma.

Coloque esses protocolos em prática e transforme sua estratégia de e-mail!